13° aniversário da minha irmã Sophia Sivini.

Há treze anos, às dez e cinquenta da manhã, tornei-me, mais uma vez, irmão mais velho, e a família ganhou mais uma olindense: Sophia, ou Ciça, como ela mesma se denominava, rsrs.

É tão singelo recordar o início: o momento em que soube da vinda, o da chegada. Quando minha mãe me contou que eu teria mais uma maninha e que ela não estava em sua barriga, mas na da minha madrasta — isso era um aprendizado enorme para o meu curto conhecimento biológico, rsrs. Que eu deveria amá-la profundamente e zelar por sua segurança. Que deveria sempre estar por perto.

Lembro quando vi sua primeira foto e me surpreendi com o quanto era branquinha e com o tanto que se parecia com sua mãe. De quando o tempo começou a passar depressa e as pernas foram crescendo, a voz começou a surgir e os olhos passaram a falar — eu amava tanto cada etapa do seu desenvolvimento! Como ria de sua dificuldade em pronunciar meu nome, em ficar quieta, em entender o que eu dizia.

São quatro mil setecentos e quarenta e oito dias + nove meses desde que ganhei mais vida com a vinda do meu terceiro bebê. Melhor, alterando o interlocutor: com o teu surgimento.

Eu te amo, minha quase caçula.
Teu nome significa sabedoria —
por isso, sempre preze por tê-la.
Ela te guiará à tua obra.

Que São Vítor estimule tua arte,
minha artista,
e que ela esteja a favor da expressão
do que é belo, sutil e luminoso.

Que tua santa onomástica e Sant’Antero,
padroeiro da terra dos Sivinis,
acompanhem teu viver
e abençoem teu andar,
fortalecendo tua fé.

Meu desejo é que tenhas muitas felicidades. Que eu possa ter ainda mais momentos ao teu lado. Que as recordações se renovem. Que possas experienciar tudo o que anseias. Que teus pensamentos estejam sempre voltados para o afeto. Que sejas quem desejares ser. E tantos outros “quês” que não cabem em um pequeno texto.

Só saiba que te amo demais.

Feliz aniversário! Vida feliz!
Já, já, se inicia a tua temporada de Malhação.

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