O dia em que conheci meu sobrinho Dominic Carneiro.
Ah, pequeno!
Quanto te esperei!
Há dias não durmo direito, à espera de te ver.
Quanta ansiedade senti para ver teu rosto!
Quantas vezes cantei "Boas Vindas", te imaginando...
Só não ecoei tanto quanto "O Leãozinho",
que, durante esses últimos meses, carregou minha voz
e meu dia a dia.
A felicidade que sinto por tua vinda é do tamanho do céu,
ou melhor, do tamanho dos mares:
imensa, profunda e incalculável —
assim, indescritível.
Só posso dizer que te amo
tanto, tanto, tanto.
Tenho tanto orgulho de ti!
Tanto orgulho das tuas mães!
Tanto orgulho da tua história!
És fruto de um amor puro,
sólido,
admirável
e respeitável.
És filho do casal mais harmônico que já vi!
És de uma base inabalável!
És, como já te disse antes: tanto!
Tanto, tanto, tanto.
Eu te abençoo com amor!
Nós te damos as boas-vindas com o coração em festa!
Ruja sempre a ternura, Dom.
Sempre saibas que és um leão.
Tua simbologia transparece em cada detalhe:
no teu signo, na tua canção, nas tuas mamães
e até no nosso Pernambuco,
que é o Leão do Norte.
Que a tua vida seja feliz!
Nela há o sol e a lua,
a poesia e a prosa,
o medo e a rosa,
a chuva e a glória.
Te desejo todo o bem!
Nunca te esqueças do meu amor.
Parabéns às minhas primas
por esse herdeiro tão distinto,
por serem raízes,
por serem tão únicas!
VIVA A VIDA!
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