Celebração do Sacramento do Batismo dos meus afilhados Anthony e Analice Botelho.

Eu sempre quis ser padrinho. Para mim, é muito mais do que uma homenagem; é um sinal de que és capaz de plantar algo bom e de que alguém confia nessa tua semeadura. É, sobretudo, um chamado da espiritualidade para que se exerça uma parentalidade puramente espiritual na vida dos afilhados e para ser apoio fortalecedor na missão dos compadres. Ainda mais, é a oportunidade de ser presença ativa, figura de referência, instrumento de fé e símbolo de um grande amor para pessoas mais jovens que te são confiadas no ato do apadrinhamento e do batismo.

Por tudo isso, meu coração, hoje, está em puro júbilo, pois fui consagrado padrinho e batizei, nas águas, Anthony e Analice: meu herói e minha princesa, meus afilhados, meus amores! Dois bebês que já não são mais bebês, que vi serem gestados, nascerem e, agora, acompanho o crescer. É tanta a felicidade que me contagia que as palavras parecem não expressar o tamanho deste sentimento inominável.

Assim, o que desejo para nosso laço é que eu possa ser, com maestria, aquele que os guia na paz, no amor-próprio, no amor filial, no amor fraterno e no amor profundamente puro. Peço à nossa santinha Luzia que ilumine meu olhar, para que eu consiga iluminar o deles, e à nossa mãezinha Aparecida, para que suas infâncias continuem sempre felizes e para que eu saiba ser o que devo ser nesta e em todas as outras fases de suas vidas.

Pois, enquanto eu viver — e até depois deste plano — serei padrinho de ambos, e meu amor persistirá.

Obrigado, meus compadres.
Obrigado, nossos pequenos!

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