58° aniversário da minha avó Elaine Almeida

Oi, meu nego, te amo.

Essa é a frase que minha avó mais me diz — e isso resume, por si só, a nossa relação.

Cresci com vovó me lembrando de que ela era minha segunda mãe, que seu amor era dobrado por mim e por minhas irmãs, e que eu podia sempre contar com ela e com suas orações — e o tempo sempre mostrou que era tudo verdade.

Na casa dela, me sinto em casa.
No seu colo, encontro abrigo.
No seu sorriso, há sempre ternura.

É a avó que qualquer um gostaria de ter.
É a minha avó.
Dizer que a amo parece sempre pouco, porque nosso amor é grandioso.

Vovó é sinônimo de presença.
Está sempre em todas as minhas fases, momentos, passagens e vivências.
É uma das pessoas em quem mais confio.
É uma das pessoas que provam que o amor é um fio —
E que esse fio nunca se rompe, só se fortalece
E aquece.

Foi quem me abraçou e acompanhou quando meu avô Alexandre partiu,
Quem cuidou de mim, me fez comida e monitorou minha medicação quando fiz uma cirurgia na mandíbula,
Quem me visitou quando eu precisava para me lembrar de que eu não estava só,
Uma das que mais se mobilizaram para que eu pudesse vir para Garanhuns,
Quem esteve e está sempre presente,
Independentemente de onde, quando e como.
Presença é sempre seu sinônimo, nunca seu antônimo.

Eu te amo tanto, vó!
Tenho tanto orgulho da senhora ser minha vovó!
Sou tão feliz por ser teu neto,
Por ser uma parte tua,
E por te ter como uma partitura.

És música em minha vida,
Tão bela quanto o canto de um passarinho em uma via,
A alegrar cada vida que guia,
Sempre ecoando para todas as suas crias.

Feliz aniversário!
Feliz vida!
Feliz 58 anos,
Minha vovó jovem.
Te amo!
Muito, muito, muito!
Eternamente.

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